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As pessoas amam os judeus mortos


Por: Elie Petit


Dara Horn é jornalista, ensaísta e professora de literatura iídiche e hebraica. Nesta entrevista, ela fala sobre o que a levou a escrever “People Love Dead Jews” (As pessoas amam os judeus mortos) em 2021, e a questão que este livro explora: por que os judeus mortos despertam muito mais interesse do que os judeus vivos? Entre a ritualização de uma memória esterilizada do Holocausto, o fascínio pela figura do judeu reduzido à condição de vítima indefesa e a negação da realidade do antissemitismo, Dara Horn questiona a forma profundamente ambígua como o Ocidente, e a América em particular, se relaciona com os judeus.


Seu livro não é sobre o ódio aos judeus. É sobre algo muito mais sutil. Como você definiria o campo obscuro que está tentando abordar?


É sobre a dignidade humana e a negação dela quando alguém é transformado em símbolo. É aí que há uma sobreposição com o ódio. As sociedades não-judaicas vêem os judeus como nada mais do que um símbolo. É uma forma de desumanização.

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