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As vozes das mulheres não podem ser silenciadas destaca a diplomata Vivian Aisen


Por: Liane Gotlib Zaidler


Nascida na cidade de São Paulo, Vivian Aisen fez aliá sozinha para Israel aos 18 anos de idade e hoje ocupa um importante cargo no Ministério das Relações Exteriores. Nessa entrevista exclusiva ela nos conta como surgiu a ideia de realizar a impactante exposição reunindo obras de 14 artistas israelenses explorando a violência perpetrada pelo Hamas contra meninas e mulheres a partir do trágico 07 de outubro. Depois de ser lançada com grande impacto em Israel, a Exposição “Unindo Vozes Contra a Violência de Gênero” chegou ao Conjunto Nacional em São Paulo, por iniciativa do Grupo de Empoderamento e Liderança Feminina (ELF) da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), em parceria com o Consulado Geral de Israel em São Paulo e o Grupo Sky.

Quando e por que decidiu fazer aliá?

Com 18 anos, depois de terminar o primeiro ano de faculdade de Jornalismo na ECA e de Ciências Sociais na PUC, decidi passar as férias em Israel Consegui uma vaga no Kibutz Givat Oz, no norte de Israel, com a proposta de aprender hebraico e fazer trabalho voluntário. A passagem aérea que eu tinha era limitada para dois meses. Depois de um mês no Kibutz, decidi enviar a passagem de volta para os meus pais e ficar em Israel, sem muitos planos a princípio. Depois de alguns meses, me mudei para Jerusalém pois queria estudar. Completei BA em Ciência Política e Sociologia na Universidade Hebraica de Jerusalém e MA em Administração Pública na Universidade de Tel Aviv. Em 1995 fui aceita através de um concurso para o Ministério de Relações Exteriores de Israel, onde trabalho como diplomata desde então e através do qual servi em vários postos no exterior.

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